Nossa única Morada.

Porque temos falado muito sobre o meio ambiente

por JotaB, Floripa, 31/10/2019, 11 hs.

Pode parecer clichê, repetitivo o assunto, e até cansativo. Mas ultimamente, por todos os canais de divulgação de mídia (TV, jornais, e-mails, WhatsApp, mailings) só se fala e se propaga assuntos referentes ao clima e ao meio ambiente. Não apenas por conta dos inúmeros acidentes e crimes ambientais.
Mas por conta de tudo o que ele representa no hoje e no futuro da humanidade.
Já que a Terra é a nossa única morada. E mesmo que houvessem outras, teríamos como obrigação todo este cuidado.

Quanto mais falarmos sobre este assunto, quanto mais denúncias existirem sobre os absurdos feito pelos homens, em nome do progresso, egoísmo, ganancia, malandragens, despreparo, falta de conhecimento e orintação, enfim, mais caminhos criamos para alertar, instruir e fazer com que novas e enriquecedoras ações possam acontecer em prol do planeta.

No Brasil, os últimos golpes no meio ambiente foram os rompimentos de barragens em Minas Gerias, os cortes clandestinos de árvores na região amazônica, as extensas queimadas provocadas em matas por todo o país e o mais recente, o petróleo (ou óleo substrato -óleo bruto) que estão chegando nas praias do Nordeste com ameaças já para o Espírito Santo.

À medida que queimamos matas, queimamos oxigênio, literalmente. Menos oxigênio, menos recursos de alimentação para as plantas, depois para os animais; com isso, numa cadeia alimentar e reprodutiva, todo sentem se prejudicam. Preços sobem pois caminhamos para a escassez de alimentos.

À medida que o petróleo se espanha expansivamente pelo oceano em direção às nossas praias, seres viventes nos mares (peixes, tartarugas, crustáceos, plantas aquáticas, enfim, todo seu ecossistema) fica comprometido. Vimos muitos destes animais perecerem, da mesma forma como morrem inúmeros animais que moram em florestas como efeito consequente das queimadas.

Não estamos só no planeta. Os animais não existem apenas para embelezar nossos olhos.

Há uma cadeia alimentar. Uma hierarquia das coisas. Um ecossistema todo traçado, muito funcional. Como num jogo de xadres. Derrubou uma peça, há consequências inevitáveis.

Irreparáveis, muita das vezes.

Hoje, nossas escolas estão empenhadas em falar para nossos filhos sobre este tema (não usamos mais o termo ensinar, porque esse termo, para algumas questões, cria um ar de rigidez, que atropla pela inércia da agresividade, e causa vagarosidade de raciocínio). Eles desenvolvem atividades de plantar árvores, legumes; visitam estações onde tem animais e assim conhecem o ecossistema deles.

Cada um fazendo sua parte. Alí, é a dos professores.

Antes, a parte da imprensa e da mídia digital, em divulgar e nos falar sobre o que está acontecendo e o que temos que fazer para mudar esse histórico.

E nós? O que fazemos? O que podemo fazer?

Vejo lixo jogado no meio-fio das ruas, em terrenos baldios. Lixo! E em lugares onde há coleta frequente, c ontínua, do lixo orgânico e seletivo.

Com certeza, você também vê isso!

Vejo pessoas colocando fogo em terrenos baldios com a finalidade de dar fim à lixos caseiros ou de obras. Quando não muito, colocando fogo em pneus e outros materiais provenientes da borracha e do plástico, materias dos mais nocivos e perigosos para prejuizo do clima.

Com certeza, você também vê isso!

Vejo pessoas nos caixas de supermercados lotadas de sacolas plásticas carregando suas mercadorias para os carros. Colocam uma caixa de bombom dentro de uma sacola! Absurdo! Fico enlouquecido!

Com certeza você também já viu isso! Pergunte para os operadores de caixa quanto aos abusos. Vocês ficarão até mais enloquecidos do que eu.

Vejo pessoas usando copos descartáveis (canudos!) para consumir bebidas quando poderiam usar um copo de vidro! E aqui a ideia vai para o prato, garfo, faca.

Ou nós começamos, um a um, a cuidar melhor das coisas, ou o futuro dos nossos filhos e netos estará cada vez mais comprometido. Cada vez ele terão dificuldades maiores para conseguir alimento, cada vez mais com problemas maiores e diferentes de saúde.

Mas, tem sempre o que pensa pequeno, achando que sua atitude possa ser pequena demais, isolada do todo.

“Há, eu faço muito pelo planeta, mas o soutros não. De que adianta?”

Enquanto muitos pensarem assim, pouco será feito e muito menos ainda serão os bons resultados.

Quanto muitos, individual e indistintamente, pensarmos em fazer alguma coisa, só alguma coisa, no total, muito etará sendo feito sem que percebamos. E muito resultados bons surgirão.

E imagine se fizermos muitas coisas em pról do planeta.

 

 

 

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